Samir Kassir, 1960-2005
Professor universitário, jornalista e historiador, filho de pai libanês e de mãe síria. Activista de esquerda, foi um forte defensor da causa palestina, da democracia para o Líbano e para a Síria. Levantou a voz contra a presença síria no Líbano. E possivelmente por isso, foi assassinado em Beirute em Junho de 2005. Os responsáveis permanecem desconhecidos. Nestas férias tive a honra de ler o seu excelente livro «Considerações sobre a desgraça árabe» publicado pelas edições Cotovia. A este respeito creio que o conflito no médio oriente é um conflito de direitas. Entre os neo-conservadores cristãos e judeus (ainda que por vezes disfarçados de democratas ou trabalhistas) e os neo-conservadores (ou fundamentalistas) islâmicos, que curiosamente foram financiados pelos primeiros quando combatiam os comunistas islâmicos (hoje praticamente extintos). Esta é a minha opinão, não creio que seja a do Samir. Ele não é tão simplista como eu.
Professor universitário, jornalista e historiador, filho de pai libanês e de mãe síria. Activista de esquerda, foi um forte defensor da causa palestina, da democracia para o Líbano e para a Síria. Levantou a voz contra a presença síria no Líbano. E possivelmente por isso, foi assassinado em Beirute em Junho de 2005. Os responsáveis permanecem desconhecidos. Nestas férias tive a honra de ler o seu excelente livro «Considerações sobre a desgraça árabe» publicado pelas edições Cotovia. A este respeito creio que o conflito no médio oriente é um conflito de direitas. Entre os neo-conservadores cristãos e judeus (ainda que por vezes disfarçados de democratas ou trabalhistas) e os neo-conservadores (ou fundamentalistas) islâmicos, que curiosamente foram financiados pelos primeiros quando combatiam os comunistas islâmicos (hoje praticamente extintos). Esta é a minha opinão, não creio que seja a do Samir. Ele não é tão simplista como eu.

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